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Vale a pena sair da CLT para abrir minha empresa de serviços?

Afinal, compensa mais ser CLT ou PJ? Essa é uma dúvida muito comum entre os brasileiros que estão indecisos sobre trocar a famosa carteira assinada por um CNPJ.

Todo mundo tem um amigo ou conhecido que adora se gabar de que não sofre com os famosos descontos no holerite de quem trabalha no regime CLT. Mas será que isso é realmente uma vantagem de ser Pessoa Jurídica?

Antes de entrarmos de vez no assunto, saiba que é fundamental entender um pouco sobre os dois regimes antes de decidir em relação à CLT ou PJ. Além disso, algumas questões pessoais também devem ser levadas em consideração.

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Por que muitas empresas preferem o regime PJ ao CLT?

Independentemente da sua preferência, quem dita a regra do jogo são as empresas. Ou seja, mesmo que você já tenha um CNPJ aberto, quem escolhe o regime de admissão é o contratante.

“Mas, afinal, por que as empresas estão deixando de contratar por carteira assinada?” Basicamente, cada funcionário em regime CLT pode custar até o dobro de seu salário para a empresa. Por exemplo, supondo que você receba R$ 3 mil mensais, a empresa que te contratou terá um custo de aproximadamente R$ 6 mil por mês para te manter.

Dessa forma, podemos dizer que o principal motivo está relacionado ao alto custo que toda instituição tem para manter seu quadro de funcionários.


CLT ou PJ: entenda as diferenças entre os regimes

Basicamente, a principal diferença entre CLT ou PJ é que os trabalhadores com carteira assinada têm uma série de benefícios previstos por lei, o que dá mais segurança e estabilidade. Em contrapartida, quem faz parte deste regime recebe um salário menor, já que alguns descontos são feitos na folha de pagamento para cobrir os gastos do governo com esses direitos cedidos.

O prestador de serviços PJ atua sem vínculo empregatício, diferentemente de uma pessoa que trabalha como CLT. Dessa maneira, todas as responsabilidades em relação aos impostas ficam a cargo do próprio prestador de serviços. Logo, o contratante tem apenas o dever de fazer o pagamento pelo trabalho prestado.


Benefícios do regime CLT

Os principais benefícios de trabalhar no regime CLT são justamente todos os direitos trabalhistas garantidos por lei. Entre eles:

• Carga horária de oito horas (44 semanais)
• Licença maternidade
• Férias remuneradas
• Folgas semanais
• Previdência social
• 13° salário
• FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço)
• Seguro desemprego, em caso de demissão.

Além de tudo isso, um ponto importante: devido à burocracia em relação ao início e desligamento de funcionários, muitas empresas optam por oferecer excelentes planos de carreira, a fim de capacitar e desenvolver os seus funcionários para que não haja a necessidade de demissão.


Quais as vantagens de ser uma Pessoa Jurídica?

Claro que o maior benefício de ser PJ é não sofrer com os descontos nos pagamentos referentes aos impostos. Mas, ainda assim, existem outras vantagens bem relevantes, como:

Rotina flexível
• Salário maior em relação à CLT
• Possibilidade de oferecer diferentes formas de pagamento aos clientes
• Possibilidade de contratar funcionários
• Oportunidade de trabalhar para diversas empresas
• Escolher quais empresas e projetos quer atender
• Sem qualquer imposto trabalhista.

Em contrapartida, é sempre bom lembrar que toda Pessoa Jurídica paga impostos. Por exemplo, ao emitir nota fiscal, você deve pagar na maioria dos casos a partir de 6% do valor total do seu “salário” (Como CNPJ os seus recebimentos se chamarão faturamento) para o Governo Federal.

Em relação à aposentadoria, a arrecadação mensal para a contribuir com a futura inatividade de um prestador de serviços deve ser feita por meio de instituições públicas ou privadas.


Afinal, vale a pena deixar de ser CLT para ser PJ?

A resposta é: depende! Isso porque não há uma conta específica para calcular se vale a pena ou não trocar o regime CLT pelo PJ. O ideal é colocar na balança todos os seus gastos, como alimentação, transporte, aposentadoria, impostos, entre outros, para ter certeza da decisão. Mas, além de tudo isso, uma autoavaliação para entender se a sua proposta profissional se encaixa ao regime também é fundamental!

Vale destacar que uma Pessoa Jurídica até pode ter um salário maior em relação ao CLT, mas ela terá que pagar por todos esses benefícios do seu próprio bolso.

Então, ser PJ não é tão vantajoso assim?” Também depende! Uma pessoa com um bom planejamento financeiro pode se dar muito bem com esse regime. Isso pois, com o salário mais alto, é possível poupar e investir parte dos lucros para alcançar uma boa estabilidade no futuro.

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